Rio azul

26 setembro 2005

Eis como tudo entra de súbito pelas palavras

«Eis como tudo entra de súbito pelas palavras
A terra e o mar
As mãos e as vozes
Tua guitarra povo
O teu génio
E o teu silêncio
É de súbito um sino tocado pelo vento em todas as aldeias»

(Manuel Alegre)

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