04 fevereiro 2017

The New Colossus

Soneto escrito por Emma Lazarus em 1883.

Encontra-se numa placa de bronze colocada no pedestal da Estátua da Liberdade, em Nova Iorque.


«Not like the brazen giant of Greek fame,
With conquering limbs astride from land to land;
Here at our sea-washed, sunset gates shall stand
A mighty woman with a torch, whose flame
Is the imprisoned lightning, and her name
Mother of Exiles. From her beacon-hand
Glows world-wide welcome; her mild eyes command
The air-bridged harbor that twin cities frame.

"Keep, ancient lands, your storied pomp!" cries she
With silent lips. "Give me your tired, your poor,
Your huddled masses yearning to breathe free,
The wretched refuse of your teeming shore.
Send these, the homeless, tempest-tost to me,
I lift my lamp beside the golden door!"»


Emma Lazarus

16 janeiro 2017

Une aquarelle de Marie Laurencin


Jeune fille à la guitarre

Tu sais
Je n'ai jamais été aussi heureux que ce matin-là
Nous marchions sur une plage un peu comme celle-ci
C'était l'automne
Un automne où il faisait beau
Une saison qui n'existe que dans le Nord de l'Amérique
Là-bas on l'appelle l'été indien
Mais c'était tout simplement le nôtre
Avec ta robe longue
Tu ressemblais à une aquarelle de Marie Laurencin


Joe Dassin: L'Été indien

07 janeiro 2017

Frei Martinho de Santa Maria


Frei Martinho de Santa Maria, fundador do Convento.

Estátua em mármore colocada em 1622, tem os olhos vendados,
um cadeado na boca e uma fechadura no coração.


Com os braços abertos em cruz, pisa o globo terrestre.







04 janeiro 2017

Laranjas de Setúbal

Bilhete postal n.º 27 da coleção Costumes Portugueses.
Imagem recolhida, com a devida vénia,  na Exposição «A Cidade no Colecionismo Setubalense»,
Setúbal, Casa da Baía, 27 de março a 28 de abril de 2013.
O postal pertence à coleção de Celestino Melo de Jesus

02 janeiro 2017

26 janeiro 2013

20 janeiro 2013

Teus poros

«Teus poros exalam o fumo
Do lar dos deuses de onde vieste.
Rompante de espuma e de lume
És sol quadrúpede ou mar equestre?
      
Desfilando derramas o ouro
Do teu rio inacabável,
Desmedido relâmpago louro
De um deus equídeo possante e frágil.

Tudo existiu para que fosses
No contraluz desta madrugada
Mitológica proporção perfeita
Em purpúrea bruma recortada.

Pois que te é divino mister
Humanos olhos extasiar
A dúvida é só perceber
Se vieste do sol ou do mar.»

Natália Correia

18 novembro 2012

Uma ilha


«Eu buscava uma ilha sobre o vento e a espuma
a que só era de ser a sempre ausente
ilha nenhuma.»

Manuel Alegre



04 novembro 2012

Ao sul (2)

 
Roendo uma laranja na falésia
Olhando o mundo azul à minha frente,
Ouvindo um rouxinol nas redondezas,
No calmo improviso do poente
(Rui Veloso. Porto Covo)

01 novembro 2012

Ao sul


Tavira
Porta de reixa.
As reixas (tábuas cruzadas, formando uma grade) permitem a ventilação sem abrir a porta e... ver sem ser visto.

27 outubro 2012